{"id":13061,"date":"2018-05-17T15:37:02","date_gmt":"2018-05-17T13:37:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mdipime.org\/?p=13061\/"},"modified":"2018-05-24T17:09:15","modified_gmt":"2018-05-24T15:09:15","slug":"significado-do-logo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mdipime.org\/pt-br\/xi-capitulo\/significado-do-logo\/","title":{"rendered":"Significado do logo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Comunidades Prof\u00e9ticas\u00a0 que anunciam o Evangelho<\/strong><br \/>\n<strong>nas Periferias do Mundo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-9492\" src=\"https:\/\/www.mdipime.org\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/logo-capitulo-web.jpg\" alt=\"logo-capitulo\" width=\"330\" height=\"492\" srcset=\"https:\/\/mdipime.org\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/logo-capitulo-web.jpg 516w, https:\/\/mdipime.org\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/logo-capitulo-web-201x300.jpg 201w, https:\/\/mdipime.org\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/logo-capitulo-web-480x716.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<p><strong>O Sol que surge do alto <\/strong><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;\"><em>(a profecia: Lc 1,76-79)<\/em><\/span>.<\/p>\n<p>Jesus, pela Sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, nos manifestou o Amor do Pai, clareando as trevas da humanidade. N\u00f3s mesmas somos chamadas a ser profecia deste <em>Sol que surge do alto<\/em>. Deixando-nos iluminar por Ele, podemos iluminar com a nossa vida, a exist\u00eancia dos povos que se encontram nas periferias da humanidade.<\/p>\n<p><strong>As estradas que atravessam o mundo<\/strong><\/p>\n<p>As estradas dividem o mundo no pano de fundo constitu\u00eddo de muitos quadrinhos de cores diversas mas apagadas. S\u00e3o estradas conhecidas, mas abandonadas, que por vezes criam divis\u00e3o. Nem sempre est\u00e3o erradas, mas as mudan\u00e7as dos tempos as tornam inadequadas para reavivar o desejo e o encontro.<\/p>\n<p><strong>A estrada central<\/strong><\/p>\n<p>A cor amarela (de baixo para o alto) indica a nossa origem \u2018divina\u2019, a cor marrom, pelo contr\u00e1rio, relembra a nossa humanidade e a terra boa que acolhe a Semente, in\u00edcio do caminho do Reino. Divindade e humanidade: mistura necess\u00e1ria para sermos testemunhas.\u00a0\u00c9 um caminho que se deixa iluminar pelo Sol que surge do alto, do qual recebe vida e for\u00e7a. \u00c9 um Caminho que passa pelo mundo e o abre para o Infinito.\u00a0O seu movimento alude \u00e0 capacidade de mudar a rota, de misturar as cores vivas do Reino, ousando trilhar percursos novos e rompendo os esquemas.\u00a0\u00a0\u00c9 uma Estrada que chega \u00e0s periferias que est\u00e3o \u2018no mundo\u2019, \u2018entre n\u00f3s\u2019 e lhes d\u00e1 nova cor. Aqui as tintas se mesclam, se matizam. Embora conservem cada uma sua pr\u00f3pria originalidade, criam unidade na diversidade. N\u00f3s tamb\u00e9m buscamos \u2018mesclar-nos e matizar-nos\u2019, para ser comunidade-profecia do Sol que surge do alto e iluminar no nosso caminho todos aqueles que habitam as periferias do mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunidades Prof\u00e9ticas\u00a0 que anunciam o Evangelho nas Periferias do Mundo &nbsp; O Sol que surge do alto (a profecia: Lc 1,76-79). Jesus, pela Sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, nos manifestou o Amor do Pai, clareando as trevas da humanidade. N\u00f3s mesmas somos chamadas a ser profecia deste Sol que surge do alto. Deixando-nos iluminar por Ele, podemos iluminar com a nossa vida, a exist\u00eancia dos povos que se encontram nas periferias da humanidade. As estradas que atravessam o mundo As estradas dividem o mundo no pano de fundo constitu\u00eddo de muitos quadrinhos de cores diversas mas apagadas. S\u00e3o estradas conhecidas, mas abandonadas, que por vezes criam divis\u00e3o. Nem sempre est\u00e3o erradas, mas as mudan\u00e7as dos tempos as tornam inadequadas para reavivar o desejo e o encontro. A estrada central A cor amarela (de baixo para o alto) indica a nossa origem \u2018divina\u2019, a cor marrom, pelo contr\u00e1rio, relembra a nossa humanidade e a terra boa que acolhe a Semente, in\u00edcio do caminho do Reino. Divindade e humanidade: mistura necess\u00e1ria para sermos testemunhas.\u00a0\u00c9 um caminho que se deixa iluminar pelo Sol que surge do alto, do qual recebe vida e for\u00e7a. \u00c9 um Caminho que passa pelo mundo e o abre para o Infinito.\u00a0O seu movimento alude \u00e0 capacidade de mudar a rota, de misturar as cores vivas do Reino, ousando trilhar percursos novos e rompendo os esquemas.\u00a0\u00a0\u00c9 uma Estrada que chega \u00e0s periferias que est\u00e3o \u2018no mundo\u2019, \u2018entre n\u00f3s\u2019 e lhes d\u00e1 nova cor. Aqui as tintas se mesclam, se matizam. 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