Esteja sempre presente em nossa mente a visão da obra tão grande que nós, tão pequenas, tão indignas, esperamos, e façamos de maneira que a espera nos ajude a santificar-nos sempre mais.
M. Igilda
Esteja sempre presente em nossa mente a visão da obra tão grande que nós, tão pequenas, tão indignas, esperamos, e façamos de maneira que a espera nos ajude a santificar-nos sempre mais.
M. Igilda
está nos desígnios de Deus a escolha dos instrumentos menos aptos para a realização da sua vontade, para fazer-nos compreender que é Ele quem age, servindo-se de nós como humildes e inúteis instrumentos para o cumprimento de grandes Obras.
Partam com coragem, não apenas, mas com alegria íntima, alegria que deve vir da consciência de ter escolhido a melhor parte, de ir em nome de Deus, pela vontade de Deus, com a autoridade que vem de Deus para continuar a obra mais divina entre as divinas da salvação das almas.
Quando o missionário termina sua jornada missionária e se retira para a capital de seu distrito, quanta paz, quanto silêncio e tranquilidade ele desfruta! Quanto tempo ele fica com o Senhor que está lá no Tabernáculo de sua pequena igreja, que está lá principalmente para ele!
A pequena semente humildemente tinha sido lançada, e a graça de Deus a tinha fecundado.
Se o missionário for um homem de fé, quantas graças poderá obter para si mesmo e para as almas que lhe forem confiadas, quantas graças poderá acumular para levar seus projetos a bom termo, para fazer prosperar seus esforços apostólicos!
A vida missionária, para ser fecunda para o bem, deve ter como modelo a vida eucarística de Jesus no Santo Tabernáculo.
O fervor da vida de um missionário, sua atividade regular, consciente, diligente e incansável, a alegria inalterável de sua vida e sua perseverança em seu trabalho, mesmo em meio a dificuldades, trabalhos e sofrimentos, são sempre o resultado de uma vida de fé.
Maria será nosso guia seguro para Deus, para podermos viver nossa consagração sempre melhor para a missão.
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